Zoo Safári

31 de Agosto de 2013

Chegamos em mais uma sexta-feira, dia de dica de passeio com crianças!!!

No último final de semana, meu marido e eu levamos a nossa filha ao Zoo Safári. Neste zoológico, o percurso de 4 Km é realizado em veículo próprio ou em veículos que podem ser alugados no local.

Conhecemos o Zoológico de São Paulo quando a minha filha tinha menos de 1 ano, e com certeza ela não se recorda, então aproveitamos o final de semana ensolarado para que ela pudesse ver os animais de pertinho.

Tenho percebido através das lições de casa da minha filha, que o assunto atual na escola é animal de estimação e animal da fazenda. Assim, fiquei muito feliz em proporcionar a ela a vivência deste aprendizado.

A nossa experiência no Zoo Safári foi ótima. Assim que avistamos os primeiros animais, a minha filha dava gritos de alegria. Ela chamava os animais pelos nomes que ensinávamos e esperava atenta, como se eles fossem atendê-la. Ver a emoção da minha filha encontrando os animais em seu habitat foi muito gratificante.

Como a nossa visita foi no domingo, por volta das 13h30, o Zoo Safári estava lotado. Em alguns pontos do percurso o trânsito de veículos para, principalmente próximo das jaulas dos animais mais requisitados e na altura dos animais que podem ser alimentados pelos visitantes.

O único problema que encontrei foi o fato do funcionário da bilheteria não nos avisar de que existia ração disponível para compra no local, o que resultou em não podermos alimentar os animais como observamos outras pessoas fazendo.

A minha expectativa era de encontrar todos os animais soltos, andando próximos aos veículos. Mas, acredito que para a própria segurança dos visitantes, alguns animais estão em jaulas maiores do que as jaulas dos zoológicos convencionais.

Sempre ouvi dizer que na jaula dos macacos deveríamos ter muito cuidado, pois os macacos poderiam “levar” coisas de dentro do seu carro, ou jogar objetos para dentro dele. Mas atualmente, os funcionários solicitam que os vidros sejam fechados e lacram os vidros com uma fita crepe, evitando assim qualquer acidente.

Embora o Zoo Safári possua lanchonete, optamos por não almoçar no local.

Adorei este passeio, pois pude curtir a minha família em um momento descontraído, sem ter que andar horrores sob o sol forte, como normalmente é um passeio ao zoológico.

O Zoo Safári é um ótimo passeio para crianças, recomendo!

Mais informações sobre o Zoo Safári, aqui!

Abraços, Mari.

“Este post foi originado a partir da experiência da blogueira durante a visita ao local informado, não contando com incentivo financeiro para sua publicação.”

Os fonoaudiólogos orientam para não falarmos errado com os nossos filhos, inclusive para não substituirmos qualquer palavra por palavras inexistentes. Mas, na minha família, isso sempre acontece com a palavra mamadeira. Há pelo menos duas gerações, a palavra mamadeira foi substituída pela palavra “tetê”. E, quase que inconscientemente, passei a oferecer a mamadeira para a minha filha chamando-a de tetê.

Na primeira vez, o meu marido debochou perguntando: o que é tetê? E eu respondi naturalmente: a mamadeira! E assim, até mesmo o meu marido, pergunta ainda hoje se a minha filha quer tetê. A resposta é quase sempre “SIM”.

Hoje, com quase 4 anos, a minha filha sabe perfeitamente que a palavra correta é mamadeira, e tenho certeza de que não foi traumático para ela ter de aprender o significado por duas vezes. Aliás, este aprendizado ocorre de forma muito natural, conforme nossos filhos crescem.

Mas afinal, o que vai no nosso tetê?

Como contei para vocês aqui no Blog, a primeira composição do tetê da minha filha foi água previamente fervida, servida em temperatura ambiente, com a fórmula infantil NAN.

Sem sucesso, o tetê passou a ser composto pela água ainda em temperatura ambiente, mas com o leite de soja Aptamil 1, e mais tarde com o Aptamil 2.

Como também já contei para vocês, somente depois de um ano troquei o leite de soja Aptamil, da Danone, pelo leite Ninho Fases, da Nestlé. Passamos por diversas variações do leite Ninho, entre elas estão: leite Ninho 1+, Ninho 3+, leite líquido Ninho integral e leite líquido Ninho integral levinho.

A minha filha tomou as diversas variações do leite Ninho até maio deste ano, e até então, junto com o leite Ninho, colocávamos uma colher de café de Neston Vitamina Instantânea. Ela adorava!

Com a entrada da minha filha na dieta de restrição às proteínas do leite, o seu tetê passou a ser composto de bebida de soja original Naturis, da Batavo, com uma colher de café do Chocolate em Pó Dois Frades, da Nestlé.

Ela também adorou esta combinação, e o Chocolate em Pó Dois Frades não contêm leite ou seus derivados.

Assim que a minha filha entrou na dieta de restrição às proteínas do leite, enviei um e-mail para o serviço Nestlé ao consumidor, solicitando que me fosse enviada uma relação dos produtos Nestlé que não contêm leite e seus derivados. E, gentilmente, recebi a resposta no mesmo dia. Para solicitar esta lista, envie um e-mail para falecom@nestle.com.br.

Envie um comentário dizendo qual a composição da mamadeira do seu filho/filha, vou adorar receber as mensagens! 🙂

Um abraço, Mari.

“Este post foi originado a partir da experiência da blogueira com os produtos informados, não contando com incentivo financeiro para sua publicação.”

Como vocês já sabem, a minha filha é alérgica à proteína do leite, e por isso vivo em uma constante procura por produtos à base de soja. E hoje, trago a minha opinião sobre dois novos produtos que experimentamos recentemente da Olvebra.

 O primeiro produto é a trufa com recheio de pasta de avelã e chocolate sem lactose. De acordo com o site do fabricante, as trufas são bombons que podem ser consumidos por intolerantes à lactose, alérgicos à proteína do leite e celíacos.

Experimentei a trufa, e em minha opinião, ela é realmente muito gostosa e bem parecida com a trufa comum. A minha filha gostou tanto que ela não queria parar de comer. Tive que dosar a quantidade de trufas que ela comeu durante o dia em que a experimentou. Portanto, nós aprovamos e recomendamos!

 

O segundo produto é o leite de soja em pó Soymilke Natural Lata. De acordo com o site do fabricante, o Soymilke também é indicado para intolerantes à lactose, alérgicos à proteína do leite e intolerantes ao glúten.

Em minha opinião, ele possui sabor suave. Porém, mesmo diluído por completo em água morna, torna-se bastante perceptível de que se trata de leite em pó. Além disso, mesmo seguindo o modo de preparo conforme a recomendação da embalagem, ele fica bastante aguado.

De qualquer forma, preparei a mamadeira da minha filha com o Soymilke Natural e observei a reação dela ao experimentar o leite. Normalmente, quando apresento algum alimento novo para a minha filha, não costumo alertá-la de que aquele alimento é novo para ela para não influenciar em sua opinião sobre a novidade apresentada. Mas, mesmo assim, ela rejeitou o novo leite. Ela tomou cerca de 100ml do produto, e recusou o restante. Portanto, não aprovamos o leite de soja em pó Soymilke Natural, e continuaremos com a bebida de soja Original Naturis, da Batavo.

Além desses dois produtos, comprei a sobremesa de soja Soymilke Creme de Soja, também da Olvebra. Mas, como ainda não preparei nenhuma receita com o creme de soja, ainda não a experimentarmos. Assim que possível, farei um post com a opinião sobre ela.

E vocês, conhecem algum produto à base de soja para nos recomendar?

Abraços, Mari.

“Este post foi originado a partir da experiência da blogueira com os produtos informados, não contando com incentivo financeiro para sua publicação.”