Hoje é sexta-feira, dia de dica de passeio e/ou viagem com crianças aqui do Blog Desafio Mamãe. E, para muitas crianças, o último final de semana das férias escolares. Portanto, que tal aproveitar o último final de semana de julho com a(s) criança(s) no parque Ibirapuera?

De acordo com o site parqueibirapuera.org, o Ibirapuera, com 158 hectares, é um dos primeiros grandes parques urbanos do Brasil e famoso por hospedar inúmeros espaços culturais entre suas áreas verdes. Com entrada gratuita desde sua Inauguração, em 1954, o parque abre diariamente entre 5h da manhã até a meia noite.

O Parque Ibirapuera tem dois playgrounds. Visitamos um deles:

Parque Ibirapuera

Parque Ibirapuera

Parque Ibirapuera

Nos arredores do playground:

Parque Ibirapuera

Parque Ibirapuera

Parque Ibirapuera

Lago Ibirapuera:

Parque Ibirapuera

Durante a nossa visita, encontramos até um palhaço entretendo as crianças com desenhos em giz:

Parque Ibirapuera

Parque Ibirapuera

Foi uma tarde de inverno ensolarada muito divertida!

Programe-se! A fonte do lago Ibirapuera funciona todos os dias do ano e tem espetáculo da fonte multimídia. Horário: de segunda a sexta-feira de 12h às 14h e 20h às 22h. Nos sábado e domingo, de 20h30 às 21h30.

Endereços dos portões do Parque Ibirapuera:

Portões 2, 3 e 10: Avenida Pedro Álvares Cabral

Portões 6 e 7A: Avenida IV Centenário

Portão 7:  Avenida República do Líbano

Quer conhecer outros parques com entrada gratuita da capital de São Paulo já visitados e comentados no Blog Desafio Mamãe? Clique aqui.

Um abraço,

Bronquiolite

25 de Julho de 2016

Há mais de 15 dias não tenho atualizado o blog com um novo post, e não é por falta de assunto ou vontade, mas porque há algumas semanas fomos surpreendidos pela bronquiolite do nosso bebê.

De acordo com o site Babycenter Brasil (leia o texto na íntegra clicando aqui),  a bronquiolite decorre de uma inflamação das pequenas vias aéreas dos pulmões (bronquíolos), provocada por um vírus e agravada pelo acúmulo de muco. Isso dificulta a passagem do ar, causando sintomas parecidos com os da asma.

Uma das causas da doença é um vírus chamado sincicial respiratório (VSR), que também pode provocar infecções de ouvido, laringite e até pneumonia. E esse não é o único vírus que pode causar bronquiolite: o rinovírus (do resfriado comum), o adenovírus, o influenza (da gripe) e outros também provocam a doença.

Geralmente, a bronquiolite começa com sintomas de resfriado, e para muitas crianças o vírus acaba não tendo maior impacto do que isso. Para outras, no entanto, sintomas mais leves, como nariz escorrendo, tosse e febre baixa, acabam se agravando e levando a dificuldades para respirar e, às vezes, chiado no peito. Muitos bebês também ficam irritados e inapetentes.

Bronquiolite

No caso do nosso bebê, os sintomas iniciais foram nariz escorrendo e carinha de resfriado. De sexta-feira a noite para domingo evoluiu para tosse. Assim, liguei para o pediatra que me aconselhou fazer inalações com soro fisiológico. Após dois dias, sem febre mas apresentando piora na tosse, nos dirigimos ao Pronto Socorro (só Deus sabe o quanto evito levar as meninas ao Pronto Socorro!). Foi receitado xarope expectorante. Mais dois dias se passaram sem melhoras e com crises de tosse que a deixavam com dificuldade para respirar, assim retornamos ao Pronto Socorro. Na noite anterior do retorno, percebi chiado no peito e falta de apetite. As noites passaram de bem à mal dormidas, nas duas últimas acordou de duas em duas horas. Lá, foi detectada bronquiolite (com exame positivo para o vírus VSR) e baixa saturação.

Saturação é quantidade de oxigênio que o sangue está transportando. De acordo com o site da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (leia o texto na íntegra clicando aqui), em caso de doença pulmonar, o nível de oxigênio sanguíneo pode vir a ser menor do que o normal. É importante saber se e quando isso ocorre, pois, quando o nível de oxigênio é baixo, as células do corpo podem ter dificuldade de trabalhar apropriadamente. O oxigênio é o “gás” que faz o corpo “funcionar”. Se estamos com o “gás” baixo, o corpo trabalha mal. Ter um nível muito baixo de oxigênio sanguíneo pode sobrecarregar o coração e o cérebro.

Contudo, nosso bebê ficou internado por 5 dias na UTI Neonatal. Foi um grande susto e a cada dia alimentávamos a esperança de que aquele seria o dia da alta. Meu marido e eu nos dividíamos entre o hospital e ficar com a Maria Eduarda, nossa filha mais velha. Há exatos 13 dias nossa pequena teve alta e hoje está bem.

Assim como a Maria Júlia, a Maria Eduarda também teve bronquiolite aos três meses, mas não foi necessária internação, na época a bronquiolite foi controlada no domicílio.

Desde o dia da alta do nosso bebê, estamos evitando sair de casa e restringindo, dentro do possível, o contato com outras pessoas.

E vale ressaltar que, mais do que etiqueta, exagero ou frescura, gestos simples podem proteger os bebês de fontes de vírus e bactérias. São eles:

  1. Não visite ou se aproxime de bebês caso esteja doente;
  2. Lave as mãos antes do contato com o bebê;
  3. Use álcool-gel nas mãos e antebraços antes do contato com o bebê;
  4. Evite pegar nas mãos e dedinhos do bebê;
  5. E, por fim, não o beije.

Um abraço,

Conheci recentemente a Sinopsys Editora, com obras para trabalharmos as emoções das crianças como ansiedade de separação, depressão infantil e problemas relacionados à imagem corporal, por exemplo. Adorei conhecer os títulos da editora, pois parte deles são voltados para crianças de 6 a 10 anos, exatamente a fase da minha primogênita.

Hoje, trago a resenha de três títulos para vocês. Vejam só:

Seus Amigos Invisíveis: Atividade Física e Bem-Estar Psicológico

Amigos Invisiveis - capa 72 dpisO desenvolvimento físico e socioemocional passa pelas brincadeiras, atividades e exercícios físicos que as crianças aprendem desde cedo. A educação física de uma criança tem impactos importantes sobre a prática de hábitos de vida saudáveis, além de atuar na socialização  e terem forte efeito sobre o bem-estar psicológico. O tema é foco no livro ‘Seus amigos invisíveis: atividade física e bem-estar psicológico’.

O livro auxilia pais, professores e terapeutas a guiarem as crianças para a descoberta da importância da atividade e do exercício físico, enfocando no bem-estar físico e emocional que o mesmo proporciona, apresentando seus benefícios de forma lúdica.

Toninho e a poção da falsa felicidade

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De maneira lúdica e dinâmica, o alcoolismo é o foco central abordado no livro ‘Toninho e a poção da falsa felicidade’. A história de Toninho busca salientar o quanto é nocivo o uso de substâncias ilícitas para quem usa e, também, para os seus familiares. A exposição a experiências como violência doméstica, abuso infantil, ausências prolongadas e negligência, muitas vezes, manifestam-se na forma de sintomas físicos e psicológicos. Crianças e familiares tornam-se uma população vulnerável e com necessidades de atenção e cuidados especiais. Desta forma, o livro é uma ferramenta que possibilita às crianças o aprendizado de estratégias assertivas para lidarem com essa dolorosa problemática.

O livro possui autoria de Adriana Zanonato, Luiz Carlos Prado, Maria de Fátima Padin, Marina Gusmão Caminha e Renato Caminha. Além da história de Toninho, os autores organizaram um caderno de exercícios com sugestões para que a criança consiga aprender a lidar com as dificuldades decorrentes de alguém da família ser usuário dessas substâncias.

Cora & Pê em Aprendendo o modelo cognitivo com psicoeducação ilustrada

Cora e Pe - capa 72dpis

A obra, publicada pela psicóloga infantil Vanina Cartaxo, consiste em um material de psicoeducação ilustrada, que tem o objetivo de psicoeducar as crianças nos parâmetros do modelo cognitivo-comportamental em formato de história em quadrinhos, também conhecido como HQ. O conjunto é composto por uma apresentação dos personagens com explicação sobre o seu funcionamento, como se relacionam entre si, associação da sua própria problemática e construção do processo terapêutico. Com base no aprendizado pela HQ, a criança se utiliza desta compreensão para a realização das atividades.

Voltado para crianças entre 6 e 10 anos, o livro leva em consideração a maturidade cognitiva do público-alvo, de forma que o terapeuta atua como mediador nos exercícios das atividades interativas, construindo a conexão do conteúdo com a vivência prática, e seguindo a sequência apresentada no material. A conclusão do livro é a formação de conceito para a criança e a análise do conteúdo para o terapeuta, servindo de base para formulação de caso.

Para conhecer outros títulos e saber saber mais sobre a Sinopsys, acesse:

www.sinopsyseditora.com.br | facebook.com/SinopsysEditora | @sinopsys no Instagram

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Um abraço,