Bronquiolite

25 de Julho de 2016

Há mais de 15 dias não tenho atualizado o blog com um novo post, e não é por falta de assunto ou vontade, mas porque há algumas semanas fomos surpreendidos pela bronquiolite do nosso bebê.

De acordo com o site Babycenter Brasil (leia o texto na íntegra clicando aqui),  a bronquiolite decorre de uma inflamação das pequenas vias aéreas dos pulmões (bronquíolos), provocada por um vírus e agravada pelo acúmulo de muco. Isso dificulta a passagem do ar, causando sintomas parecidos com os da asma.

Uma das causas da doença é um vírus chamado sincicial respiratório (VSR), que também pode provocar infecções de ouvido, laringite e até pneumonia. E esse não é o único vírus que pode causar bronquiolite: o rinovírus (do resfriado comum), o adenovírus, o influenza (da gripe) e outros também provocam a doença.

Geralmente, a bronquiolite começa com sintomas de resfriado, e para muitas crianças o vírus acaba não tendo maior impacto do que isso. Para outras, no entanto, sintomas mais leves, como nariz escorrendo, tosse e febre baixa, acabam se agravando e levando a dificuldades para respirar e, às vezes, chiado no peito. Muitos bebês também ficam irritados e inapetentes.

Bronquiolite

No caso do nosso bebê, os sintomas iniciais foram nariz escorrendo e carinha de resfriado. De sexta-feira a noite para domingo evoluiu para tosse. Assim, liguei para o pediatra que me aconselhou fazer inalações com soro fisiológico. Após dois dias, sem febre mas apresentando piora na tosse, nos dirigimos ao Pronto Socorro (só Deus sabe o quanto evito levar as meninas ao Pronto Socorro!). Foi receitado xarope expectorante. Mais dois dias se passaram sem melhoras e com crises de tosse que a deixavam com dificuldade para respirar, assim retornamos ao Pronto Socorro. Na noite anterior do retorno, percebi chiado no peito e falta de apetite. As noites passaram de bem à mal dormidas, nas duas últimas acordou de duas em duas horas. Lá, foi detectada bronquiolite (com exame positivo para o vírus VSR) e baixa saturação.

Saturação é quantidade de oxigênio que o sangue está transportando. De acordo com o site da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (leia o texto na íntegra clicando aqui), em caso de doença pulmonar, o nível de oxigênio sanguíneo pode vir a ser menor do que o normal. É importante saber se e quando isso ocorre, pois, quando o nível de oxigênio é baixo, as células do corpo podem ter dificuldade de trabalhar apropriadamente. O oxigênio é o “gás” que faz o corpo “funcionar”. Se estamos com o “gás” baixo, o corpo trabalha mal. Ter um nível muito baixo de oxigênio sanguíneo pode sobrecarregar o coração e o cérebro.

Contudo, nosso bebê ficou internado por 5 dias na UTI Neonatal. Foi um grande susto e a cada dia alimentávamos a esperança de que aquele seria o dia da alta. Meu marido e eu nos dividíamos entre o hospital e ficar com a Maria Eduarda, nossa filha mais velha. Há exatos 13 dias nossa pequena teve alta e hoje está bem.

Assim como a Maria Júlia, a Maria Eduarda também teve bronquiolite aos três meses, mas não foi necessária internação, na época a bronquiolite foi controlada no domicílio.

Desde o dia da alta do nosso bebê, estamos evitando sair de casa e restringindo, dentro do possível, o contato com outras pessoas.

E vale ressaltar que, mais do que etiqueta, exagero ou frescura, gestos simples podem proteger os bebês de fontes de vírus e bactérias. São eles:

  1. Não visite ou se aproxime de bebês caso esteja doente;
  2. Lave as mãos antes do contato com o bebê;
  3. Use álcool-gel nas mãos e antebraços antes do contato com o bebê;
  4. Evite pegar nas mãos e dedinhos do bebê;
  5. E, por fim, não o beije.

Um abraço,

Precisei usar aparelho ortodôntico fixo por duas vezes, na primeira vez usei dos 10 aos 12 anos e na segunda vez, há quase 4 anos. E algumas vezes, quando visito a ortodontista com a minha filha, ela pede para que seus dentinhos sejam examinados. E sempre que isso acontece, a ortodontista e eu conversamos sobre o cuidado com os dentes da pequena.

Na última vez em que estivemos no consultório, minha ortodontista me deu uma dica que adorei e por isso a trago para vocês: é o uso dos produtos da marca Curaprox.

Para os bebês, há o CURAbaby, mordedor e massageador que acalma e estimula os sentidos do bebê, aliviando o desconforto da erupção dos dentes, sem necessidade de analgésicos. Além disso, estimular os sentidos tátil, oral, visual e auditivo ajudam no desenvolvimento da curiosidade do bebê. Pode ser usado com segurança a partir de 8 semanas de idade. O massagear prepara ainda os bebês para a próxima fase: a escovação dos primeiros dentinhos.

CURAPROX para bebês e crianças

A escova de dentes CURAkid é perfeita para deixar os cuidados com a higiene oral mais divertida e agradável. A higiene oral com uma abordagem lúdica na infância garante que os dentes de leite e, em seguida, os dentes permanentes possam erupcionar da melhor maneira possível. Os dentes de leite servem de apoio para o desenvolvimento da fala, assim como do maxilar e da face. Inúmeros danos podem ser evitados quando se tomam cuidados adequados na infância. A necessidade de tratamento ortodôntico em adolescentes ocorre normalmente por causa da falta de cuidados no início da dentição.

A escova CURAkid CK 4260 super soft possui cabeça extra-pequena e delicada, revestimento plástico que não provoca lesões na mucosa oral, mais de 4.200 cerdas, cabo arredondado que evita o uso de pressão e base de apoio com ventosa.

CURAPROX para bebês e crianças

Para mim, escolhi a escova cS 5460 Ultra Soft. Minha ortodontista a recomentou por dois fatores que percebi logo no primeiro uso: a maciez das cerdas que são finas e suaves e a grande quantidade de cerdas: são mais de 5.400 cerdas. Com 32 semanas de gravidez, a quantidade de sangue que circula no corpo aumenta muito: 40% a 50% maior do que era antes da gravidez*. E, por este motivo, aparecem sangramentos nas gengivas e nariz. A suavidade das cerdas, tem ajudado a evitar o sangramento na gengiva.

* Fonte: BabyCenter Brasil

Os cuidados com os dentes da minha filha também já foram assuntos dos posts Malvatrikids e A Fada do Dente.

E você, possui alguma dica para o cuidado com os dentes dos pequenos(as)? Deixe seu comentário.

Um abraço,

Você já ouviu falar em doença de Osgood-Schlatter? Pode ser que não. Mas, com certeza já ouviu falar em dor de crescimento, não é mesmo? A doença de Osgood-Schlatter, também chamada de dor de crescimento, é uma doença ortopédica que geralmente afeta crianças e adolescentes gerando dor e desconforto na parte anterior da perna do indivíduo, especialmente à noite e durante as atividades físicas. Raramente é necessário realizar exames de diagnóstico para verificar a existência da doença. (Fonte: Tua Saúde)

Uma das recordações da minha infância, eram as dores nas pernas que sentia em algumas noites e que só melhoravam com massagens. E, é muito provável que esta também seja uma das recordações da infância da minha filha. Ainda de acordo com o site Tua Saúde (artigo completo, aqui), a dor de crescimento atinge em maior número as meninas dos 3 aos 13 anos e não são graves, mas merecem uma atenção especial. Essas dores geralmente manifestam-se nas pernas, especialmente na região anterior da perna e na coxa e tendem a passar de um dia para o outro.

Após os grandes sustos que meu marido e eu tomamos com as crises de “Terror noturno” (post completo, aqui), a partir dos 3 anos, passamos a acordar assustados com os gritos e prantos que subitamente aconteciam (e ainda acontecem) durante a noite. As queixas de dores nas coxas ou panturrilhas geralmente passam com massagens e cremes diversos, como cremes para massagem com cânfora e mentol.

Dor de crescimento

Os sintomas da dor de crescimento são: dor na parte anterior da perna ou da coxa e pode haver claudicação intermitente (mancar), como aconteceu durante esta madrugada e fez com que minha filha passasse o início do dia mancando. Ao voltar da escola, já estava andando, correndo e pulando normalmente.

O site Pediatra em Foco (artigo completo, aqui) cita as principais características da dor de crescimento. São elas:

  • Não interfe nas atividades diárias
  • Duração variável: poucos minutos a algumas horas
  • Melhora espontaneamente sem medicamentos ou então com massagem no local
  • Intermitente, com períodos de melhora que variam de dias a semanas
  • Não é acompanhada de inchaço articular ou febre.

E seu filho(a), já sentiu as dores de crescimento?

Um abraço,