Sexta-feira, emenda de feriado. A previsão do tempo é de sol com algumas nuvens, sem chuva. Se você e sua família não foram viajar, que tal escolher um restaurante para um almoço com amplo espaço externo, lago e bichinhos? Um passeio com gostinho de viagem.

Restaurante Spiandorello

Restaurante Spiandorello

Restaurante Spiandorello

Restaurante Spiandorello

 Restaurante Spiandorello

Restaurante Spiandorello

Foi num domingo, às 11h, que saímos de casa sem destino certo para almoçar e passear com as crianças que conhecemos o Restaurante Spiandorello, localizado em Jundiaí, há apenas 50 minutos de São Paulo.

O restaurante existe desde 1958 e há quem diga que o cardápio continua o mesmo: pratos caseiros, mais especificamente da cozinha da fazenda, como macarrão, arroz branco, feijão, polenta frita, linguiça caseira, frango à passarinho e risoto de moela e fígado. As porções são bem servidas.

Lá você encontra um ambiente familiar, com bebidas servidas em copos americanos clássicos, mesas com bancos de madeira no salão e mesas ao ar livre, estacionamento e área de lazer para as crianças. Mas, procure chegar cedo ao local, pois é sempre cheio aos finais de semana.

Restaurante Spiandorello

Restaurante Spiandorello

Restaurante Spiandorello

 Restaurante Spiandorello

Restaurante Spiandorello

Restaurante Spiandorello

Av. Humberto Cereser, 6.245. Jardim Caxambu, Jundiaí, São Paulo.

Mais informações, aqui.

Quer mais dicas de restaurantes com crianças para curtir no final de semana? Clique aqui.

Um abraço,

Oba, chegou a tão esperada sexta-feira! E hoje tem uma dica especial de passeio com crianças: o espetáculo “João e o Pé de Feijão – O Guarda Histórias”, a terceira peça teatral que o blog traz como dica para você, leitor.

E, por que é uma dica especial? Porque as peças teatrais ajudam a formar o caráter lúdico dos pequenos. É uma atitude que pode influenciar positivamente na formação das crianças, amplia a visão sobre o mundo, dá uma qualidade de vida diferenciada, entre outras coisas, afirma Clóvis Severo Brudzinski Júnior, coordenador da área de teatro da FCC. Além disso, porque é o primeiro espetáculo infantil da Maria Júlia.

A Clássica história João e o Pé de Feijão ganha uma nova adaptação e roupagem dentro do projeto “O Guarda Histórias”. Funciona como duas histórias paralelas: a de Phillip e Lucy, que consiste em dois personagens a descobrir os encantos de um móvel que fica guardado no porão da casa onde vivem, e ao abrirem o móvel, começam a viver a história do menino que ganha feijões mágicos e chega até o céu. Um roteiro bastante dinâmico, que aguça a curiosidade e estimula imaginação. Na adaptação, o clássico traz uma linguagem atualizada e de fácil conexão com o público infantil.

A Maria Júlia assistiu atenta aos começo do espetáculo, mas tive que sair rapidamente para trocar sua fralda. Voltamos e ela batia palminhas com os efeitos que prenderam sua atenção.

Já a Maria Eduarda, conhecendo a obra literária, saiu de casa questionando como fariam para representar o pé de feijão que chegaria até as nuvens. Mas isso, não vou contar para vocês, terão que ir lá, levar os pequenos até lá para saberem também. ♥

Espetáculo "João e o Pé de Feijão – O Guarda Histórias"

Espetáculo "João e o Pé de Feijão – O Guarda Histórias"

Espetáculo "João e o Pé de Feijão – O Guarda Histórias"

O espetáculo ”João e o Pé de Feijão – O Guarda Histórias” está no teatro Folha, no shopping Pátio Higienópolis.

Endereço: Av. Higienópolis, 618

Data: de 03 de junho a 27 de agosto

Horário: sábados e domingos, às 17h40

Duração: 45 minutos

Classificação indicativa: a partir de 3 anos

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Um abraço,

Mari.

Ah, agora a Sinopsys Editora já é conhecida pelos leitores do Blog Desafio Mamãe, pois já falamos sobre suas obras aqui e aqui. As resenhas de hoje são sobre livros que ajudam crianças a lidar com o diagnóstico do cancêr e aprender a lidar com o “não”.

Lucas, aprendendo a lidar com o não

Mais títulos da Sinopsys Editora

O “não” não é difícil apenas para quem escuta, ma também é complicado para quem fala, em função da criança poder reagir de uma maneira desproporcional, disfuncional e desadaptatitiva. Essa pequena palavra causa um impacto negativo no ambiente, sendo, por vezes, motivo de estresse, discórdia e desarmonia familiar.

Conforme destaca a autora, muitos pais têm a fantasia de que devem consentir a todos os pedidos dos filhos, acreditando que não devem frustá-los, em nome do amor. “Este confilto que se estabelece não é saudável para o desenvolvimento emociona e social dos filhos e nem para a saúde mental dos pais”, pontua. “Os pais devem ter em mente que as frustações fazem parte da vida e, é por meio delas que aprendemos a lidar com várias situações e impasses, e ainda, desenvolvemos a paciência, a tolerância e a empatia, habilidades tão necessárias para a vida”, acrescenta a especialista.

A história de Lucas aborda esta questão tão problemática de uma forma lúdica, esclarecedora e interativa. Com os fundamentos da abordagem cognitivo comportamental, as atividades terapêuticas propostas podem ser realizadas em diversas etapas e em dias diferentes, tornando-se um rico material interventivo e uma valiosa proposta de intervenção na autorregulação emocional.

Mais um título escrito por Edyleine Bellini Peroni Benczik e publicado pela Sinopsys Editora.

E agora? Como falar que alguém da família adoeceu

Mais títulos da Sinopsys Editora

Escrita pela psicóloga infanto-juvenil Raquel Barboza Lhullier e pelo psiquiatra Alfredo Cardoso Lhullier, a obra abrange algumas emoções, pensamentos e comportamentos que podem surgir diante do diagnóstico do câncer. Desta forma, o material apresenta uma nova tomada de consciência sobre hábitos, fatores de risco e proteção, e clima emocional na família, incentivando o trabalho em equipe e maior transparência com a criança, numa linguagem pictórica e de fácil compreensão.

O livro conta a história de Samuka, um menino feliz, que de repente se depara com a doença na família: sua tia está com câncer. A partir dessa descoberta, são apresentadas formas de aceitação, compaixão, assertividade perante a doença. É uma história para crianças  partir dos seus anos de idade.

No decorrer da história surgem atividades que podem ser realizadas com a acriança, incentividadas por profissionais ou familiares. Os tópicos abordados são: clima emocional, fatores de risco e proteção, emoções como raiva, tristeza, medo, saudade e culpa, além de coragem, superação, trabalho em equipe e rede de apoio. “O formato apresentado serve para sua utilização tanto no ambiente familiar como para profissionais da área da saúde e educação”, explica o autor.

Para conhecer outros títulos e saber saber mais sobre a Sinopsys, acesse:

www.sinopsyseditora.com.br | facebook.com/SinopsysEditora | @sinopsys no Instagram

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Um abraço,